Planejamento de mídia sai daqui em três documentos que nascem do mesmo modelo numérico: a visão de leitura rápida, para quem decide, a apresentação completa, com o raciocínio de cada etapa, e o briefing de produção que o time de design recebe. Abaixo, um exemplo inteiro, do briefing do cliente até a peça pedida.
Aurelo, empresa fictícia. Verba de R$ 180 mil em 90 dias, Meta e Google, para levar um público que nunca saiu da poupança até o primeiro aporte.
O que separa um plano de mídia de uma tabela bonita é a rastreabilidade de cada número até a premissa que o gerou.
Cada campanha entra com CPM e custo unitário próprios. O volume de resultado nasce da verba dela, e não de uma média do plano inteiro.
Público mais fundo converte melhor. A taxa de instalação para cadastro muda entre descoberta, consideração e conversão, em vez de uma taxa única.
Quem decide recebe três páginas. Quem executa recebe a apresentação. Quem produz recebe o briefing de peças. Os três saem do mesmo modelo, então seguem batendo entre si.
Projeção é hipótese. Os primeiros 14 dias de veiculação substituem cada estimativa de mercado por dado próprio da conta.
Conduzo a operação de mídia paga de ponta a ponta, integrado ao time.